A cantora recifense Joyce Alane, de 28 anos

A cantora recifense Joyce Alane, de 28 anos, comentou em entrevista ao g1 sobre a cobrança por “novos Gils, Bethânias e Caetanos” na música nacional durante sua passagem pelo Rock in Rio Lisboa, em 2026. Ela ressaltou que os artistas históricos foram únicos e que a nova geração deve construir sua própria trajetória.
Joyce Alane se apresentou pela primeira vez no Rock in Rio Lisboa e também fará sua estreia no Rock in Rio, no Rio de Janeiro, em setembro deste ano. A cantora disse que já sonhava com essas conquistas desde 2021, quando ganhou destaque com a faixa “Leão”.
Em entrevista, ela afirmou que imaginava esses avanços, mas os considerava distantes da sua realidade no início da carreira. “Em cinco anos que já estou nessa trajetória, estou indo para o Rock in Rio… É um sonho de muito artista. E eu estou finalmente realizando”, afirmou.
Antes do show em Lisboa, Joyce aproveitou para conhecer a cidade e buscar novas inspirações para suas músicas. “Tudo aquilo que é novo para a gente inspira. Conhecer culturas e lugares novos me inspira demais. Lisboa com certeza me inspirou”, disse.
No país, ela também teve um encontro com a cantora portuguesa Carminho, com quem vislumbra uma possível parceria. “Chegar na casa de Carminho, conhecer um pouco dela fora dos palcos, foi muito legal. Acho que Carminho é um nome para um possível feat, mas é um nome para muita gente”, comentou.
No festival em Lisboa, Joyce se apresentou sozinha, mas confirmou que fará uma apresentação em parceria com a cantora Carol Biazin no Rock in Rio, no Rio de Janeiro. Ela disse que está animada e que ainda irá ensaiar com Carol para definir o repertório.
Quanto à comparação frequente com grandes nomes da música brasileira, Joyce afirmou que não se pode esperar “novos Gils, Caetanos ou Bethânias”, pois esses artistas são únicos em suas histórias. “Quem está chegando é para fazer sua estrada, seu caminho, sua história”, destacou.
Ela também comentou que a ideia de que não existem mais músicas boas atualmente se deve à falta de abertura para novas vozes. Segundo Joyce, há muitos artistas talentosos atuando na cena atual, mas o público precisa se abrir para conhecê-los.
Por fim, a cantora reforçou que o cenário musical continua em transformação e que os novos artistas estão “sedentos para fazer sua própria história”, sem a obrigação de serem comparados a figuras do passado.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com