O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (11), em Brasília, que a Petrobras precisa reavaliar continuamente os preços dos combustíveis no Brasil, diante do aumento dos preços do petróleo provocados pela Guerra no Oriente Médio. Ele também pediu a aprovação de um projeto enviado pelo governo para permitir mecanismos de ajuste nos preços.
Durigan fez a declaração após se reunir com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. O governo é controlador da estatal, que também tem ações negociadas na Bolsa de Valores.
Questionado sobre a possibilidade de a Petrobras manter a defasagem atual de 30% no diesel e 65% na gasolina, em relação aos preços internacionais, o ministro afirmou que essa decisão cabe à empresa. Segundo ele, o tema é gerido internamente pela Petrobras e não está sob sua discussão direta.
O ministro ressaltou, entretanto, a necessidade de o governo possuir instrumentos para responder ao aumento dos custos decorrentes da guerra, que impactam os preços internos dos combustíveis e outros setores da economia. Durigan destacou que o Estado deve se preparar financeiramente para cenários de aumento de preços no país.
Ele afirmou que o Brasil não deseja “ser sócio da guerra” e mencionou que, além da política de preços da Petrobras, o governo busca mecanismos adicionais para mitigar efeitos negativos sobre a economia brasileira.
O projeto mencionado pelo ministro ainda está em tramitação e visa criar formas de ajuste que permitam ao governo atuar de forma mais efetiva diante de variações externas no preço do petróleo e derivados.
A pressão sobre os preços dos combustíveis ocorre em meio ao contexto internacional de instabilidade causada pelo conflito no Oriente Médio, o que eleva o custo do barril de petróleo e, consequentemente, impacta os preços no mercado nacional.
A Petrobras mantém políticas de preços que seguem, em parte, as cotações internacionais, mas enfrenta o desafio de equilibrar essas práticas com a dinâmica econômica interna e os efeitos sociais provocados pelos reajustes.
O debate sobre as políticas de preços dos combustíveis é central para o governo neste momento, pois afeta diretamente a inflação, o consumo e a estabilidade econômica no país.
Durigan reforçou a necessidade de aprovação de políticas e medidas que deem ao governo maior capacidade de resposta diante de crises internacionais que impactem o mercado energético brasileiro.
A continuidade da avaliação e ajuste dos preços dos combustíveis será um ponto estratégico para a Petrobras e para as políticas econômicas do Brasil neste período de instabilidade global.
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Fonte: g1.globo.com
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