O governo federal proibiu nesta quarta-feira (8) a venda do

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O governo federal proibiu nesta quarta-feira (8) a venda do azeite da marca Afonso após identificar irregularidades na empresa responsável pela importação e origem desconhecida do produto. A medida foi determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A proibição abrange a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite de oliva virgem extra da marca Afonso. A empresa identificada como importadora, Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda., está com o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) irregular desde agosto de 2024, segundo dados da Receita Federal.

A Vigilância Sanitária de Curitiba tentou realizar uma inspeção na sede da empresa, mas constatou que o estabelecimento não funciona mais no endereço declarado. Além disso, análises laboratoriais indicaram resultado insatisfatório no teste de índice de refração do produto.

O índice de refração é um parâmetro utilizado para verificar a autenticidade e a pureza do azeite, e a reprovação indica que o produto não atende aos padrões de qualidade exigidos. Diante dessas constatações, as autoridades determinaram a apreensão do estoque existente e a retirada imediata do produto do mercado.

A Anvisa reforça que medidas desse tipo visam garantir a segurança do consumidor e a conformidade dos alimentos comercializados no país. A população deve evitar adquirir o azeite da marca Afonso até que as irregularidades sejam esclarecidas.

As autoridades recomendam que casos de venda ou uso deste produto sejam reportados às Vigilâncias Sanitárias locais para ações cabíveis. O acompanhamento do cumprimento das determinações será realizado pelos órgãos competentes.

A suspensão da comercialização do produto segue como medida preventiva até a regularização da empresa e comprovação da qualidade do azeite. A Anvisa permanece responsável por monitorar a situação e proteger a saúde pública.

Palavras-chave: Anvisa, azeite Afonso, proibição, vigilância sanitária, origem desconhecida, comércio irregular, teste de qualidade, importação, Receita Federal, segurança alimentar.

Fonte: g1.globo.com

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Fonte: g1.globo.com

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