A Meta está testando um plano pago no Instagram que

A Meta está testando um plano pago no Instagram que permite aos usuários visualizar Stories de forma anônima, além de oferecer outras funcionalidades exclusivas. O teste ocorre desde 2024 em Japão, México e Filipinas, com custo de US$ 2 por mês, conforme informações do TechCrunch.
O novo serviço busca criar uma fonte adicional de receita para a plataforma. No ano passado, a Meta já havia lançado versões pagas livres de anúncios do Facebook e do Instagram no Reino Unido para atender a requisitos regulatórios locais.
Entre os benefícios oferecidos, os assinantes podem ver publicações nos Stories sem que seu nome apareça para o autor. Os Stories costumam desaparecer 24 horas após a publicação, mas o plano permite estender essa duração por mais um dia.
Além disso, os usuários pagantes ganham controle maior sobre quem pode visualizar seu conteúdo nos Stories, incluindo a possibilidade de criar listas ilimitadas de audiências personalizadas. Segundo a Bloomberg, essas melhorias estão entre as principais vantagens do pacote premium.
Outras plataformas, como Snapchat e X (antigo Twitter), já oferecem versões pagas com recursos exclusivos há alguns anos. Recentemente, a Snap, empresa responsável pelo Snapchat, divulgou ter 25 milhões de assinantes em seu plano premium, com projeção de alcançar US$ 1 bilhão em receita anual.
No Instagram, criadores de conteúdo já podem cobrar pelo acesso a publicações exclusivas. A novidade amplia as opções para usuários comuns, não apenas para perfis comerciais ou influenciadores.
A assinatura do novo plano no Instagram custa cerca de US$ 2 mensais nas regiões de teste. Em outros mercados, os preços variam, como no Reino Unido, onde a versão paga sem anúncios custa entre £2,99 e £3,99, dependendo da plataforma usada para o pagamento.
A Meta explica que os valores mais altos para Android e iOS se devem às taxas cobradas por Google e Apple nas transações feitas via apps. Para remover anúncios em outros perfis vinculados na Central de Contas, a empresa cobra uma taxa adicional, menor que a assinatura principal.
A empresa afirma que a oferta do serviço sem anúncios no Reino Unido atende às exigências do Escritório do Comissário da Informação (ICO), órgão responsável pela proteção de dados no país. Usuários que optarem por não assinar continuarão a visualizar anúncios baseados em sua atividade.
Por fim, a Meta ratifica seu compromisso com um modelo de internet sustentado por publicidade, garantindo o acesso gratuito a serviços personalizados para a maioria dos usuários.
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Fonte: g1.globo.com
Imagem: s2-g1.glbimg.com
Fonte: g1.globo.com