Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) aponta que

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) aponta que 43% dos brasileiros avaliam que a situação da economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto 24% dizem que melhorou. A avaliação mantém os mesmos índices da pesquisa anterior, realizada em janeiro de 2026.
O levantamento mostra que 30% dos entrevistados consideram que a economia ficou igual no último ano. Ao ser questionada sobre a expectativa para os próximos 12 meses, 43% acreditam que a economia vai melhorar, 29% esperam que piore e 24% creem que permanecerá estável.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Além da avaliação sobre a economia geral, a pesquisa abordou a percepção dos consumidores sobre o preço dos alimentos. Para 56% dos entrevistados, os preços subiram nos últimos meses, 24% afirmam que continuaram iguais, e 18% indicam queda nos valores. Estes números se mantiveram estáveis desde a última pesquisa em janeiro.
Na terça-feira (10), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que apontou alta de 0,33% nos preços em janeiro de 2026. Essa variação ficou acima da expectativa dos economistas, que previam 0,32%. A inflação acumulada nos últimos 12 meses alcançou 4,44%.
Sobre o poder de compra, 61% dos entrevistados afirmam que hoje conseguem comprar menos do que há um ano, enquanto 15% dizem comprar mais e 23% consideram que compram a mesma quantidade. As respostas são semelhantes às da pesquisa anterior.
A percepção sobre o mercado de trabalho também foi analisada, com 49% dos entrevistados dizendo que está mais difícil conseguir emprego no último ano. Por outro lado, 39% afirmaram que está mais fácil, e 5% disseram que a situação permanece igual.
Em 2025, a taxa média anual de desemprego no Brasil foi de 5,6%, o menor índice desde o início da série histórica, em 2012. O número representa uma queda de um ponto percentual em relação a 2024, quando a taxa foi de 6,6%. Comparado a 2019, ano anterior à pandemia de Covid-19, o recuo alcançou 6,2 pontos percentuais.
Estes dados indicam que, apesar da melhora no desemprego, a maioria dos brasileiros percebe uma piora econômica e enfrenta dificuldades no poder de compra e acesso ao emprego.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com