O Banco Central anunciou que deve revisar regras

O Banco Central anunciou que deve revisar regras do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o início de 2027. A informação foi dada nesta segunda-feira pelo diretor de Regulação e de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, Gilneu Vivan, durante evento da Associação Brasileira de Bancos (ABBC) em São Paulo.
Vivan explicou que a revisão do FGC fará parte da lista de entregas da autarquia para este ano ou para o início de 2027. Ele destacou também a necessidade de definir novas regras sobre a distribuição de títulos e implementar normas voltadas à prevenção de fraudes no sistema financeiro.
O diretor comentou ainda que haverá uma “revisão das questões de tarifas”, mas não detalhou quais aspectos serão abordados nessa análise. O Banco Central tem investido em medidas para aumentar a segurança e a transparência nas operações financeiras.
O Fundo Garantidor de Crédito é um mecanismo que protege depositantes em caso de intervenção ou liquidação de instituições financeiras. A expectativa é que as mudanças aprimorem essa garantia, alinhando o funcionamento do FGC às atuais demandas do mercado.
As revisões e novas normas fazem parte dos esforços do Banco Central para fortalecer a regulação do sistema financeiro. A autarquia tem priorizado a modernização das regras e o combate a fraudes como ferramentas para manter a estabilidade econômica.
Até o momento, o Banco Central não informou um cronograma específico para a conclusão dessas revisões. Novas atualizações devem ser divulgadas conforme o andamento dos trabalhos.
A sede do Banco Central está localizada em Brasília, onde grande parte das decisões regulatórias são tomadas. A autarquia segue acompanhando o cenário econômico e ajustando suas diretrizes conforme necessário.
A reportagem será atualizada conforme informações adicionais forem disponibilizadas.
Palavras-chave: Banco Central, Fundo Garantidor de Crédito, FGC, revisão de regras, regulação financeira, prevenção de fraudes, distribuição de títulos, tarifas bancárias.
Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com