O WhatsApp bloqueou contas de usuários por suspeita de spam desde a sexta-feira (7), causando reclamações nas redes sociais. A ação ocorre quando o aplicativo identifica mensagens enviadas a números fora da lista de contatos.
Usuários relataram que a suspensão acontece imediatamente após o envio de uma mensagem, mesmo que seja única e legítima. A principal queixa é a ausência de um motivo claro para o bloqueio e a dificuldade para obter respostas do suporte.
O spam, conhecido como envio em massa de mensagens não solicitadas, geralmente envolve conteúdos publicitários, fraudulentos ou maliciosos. O bloqueio tem como objetivo evitar esse tipo de prática, mas atingiu pessoas que tentaram enviar mensagens para novos contatos.
No Brasil, relatos começaram a surgir na sexta-feira (7) e persistem até esta segunda-feira (10). Nas redes sociais, as reclamações aparecem em português, inglês e espanhol, indicando que o problema afeta usuários em outros países.
Um desses casos foi o do usuário Ariel Libório, que teve sua conta desconectada por volta das 15h do dia 10 após enviar uma mensagem de “oi” para um número não salvo em sua agenda. O WhatsApp informou que a conta foi bloqueada por suspeita de spam e que a decisão era definitiva após análise.
Mais tarde, por volta das 21h no mesmo dia, Ariel recebeu um retorno do suporte do WhatsApp informando que a conta havia sido restaurada e precisou configurar novamente o aplicativo.
O g1 entrou em contato com a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, para comentar o caso, mas ainda aguarda resposta. Enquanto isso, usuários continuam a relatar dificuldades e questionar os critérios usados para os bloqueios.
A situação gera dúvidas sobre a transparência e eficácia dos mecanismos de controle de spam do WhatsApp. Usuários recomendam cautela ao enviar mensagens para números não salvos e aguardam esclarecimentos oficiais.
Palavras-chave relacionadas: WhatsApp, bloqueio, spam, mensagens, suporte, Meta, contas suspensas, aplicativo de mensagens, usuários, segurança digital.
Fonte: g1.globo.com
Imagem: s2-g1.glbimg.com
Fonte: g1.globo.com

