A Rússia, a China e a União Europeia criticaram o

A Rússia, a China e a União Europeia criticaram o bloqueio militar anunciado pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz nesta segunda-feira (13), em meio a tensões crescentes na região. O Exército iraniano ameaçou retaliar contra portos nos Golfos Pérsico e de Omã caso a segurança dos seus portos seja ameaçada pela ação norte-americana.
O bloqueio, previsto para começar às 11h no horário de Brasília, visa impedir a passagem de navios com origem ou destino em portos iranianos, além de embarcações que tenham pago pedágio ao Irã. O Comando Central do Exército dos EUA declarou que a medida se baseia em impedir operações que considera ilegais, seguindo declaração do presidente Donald Trump.
Por sua vez, o regime iraniano classificou o bloqueio como uma ação ilegal e equivalente a pirataria. Em comunicado divulgado pela emissora estatal Irib, o Exército iraniano alertou que, caso a segurança de seus portos seja ameaçada, nenhum porto da região estará seguro, ampliando o risco de conflitos na área.
Rússia, China e União Europeia manifestaram preocupação diante do aumento das tensões, destacando a necessidade de manter a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, passagem estratégica para o transporte de energia no Golfo Pérsico.
O bloqueio representa uma nova escalada na disputa entre Estados Unidos, Irã e seus aliados na região, elevando a possibilidade de incidentes que podem comprometer o cessar-fogo vigente no conflito. Especialistas apontam que a ação dificulta ainda mais as negociações diplomáticas e traz riscos à estabilidade do mercado internacional de petróleo.
Além da dimensão militar, o bloqueio impacta diretamente as rotas comerciais, afetando o fluxo de navios que transportam uma parcela significativa do petróleo mundial. Países importadores acompanham de perto os desdobramentos para avaliar os efeitos em seus preços e fornecimentos.
As declarações das potências globais reforçam a complexidade do cenário no Golfo Pérsico e o desafio de encontrar soluções que evitem confrontos diretos. Enquanto isso, a situação no Estreito de Ormuz permanece tensa, com a expectativa de novas respostas do Irã e demais atores envolvidos.
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Fonte: g1.globo.com
Fonte: g1.globo.com