Economia

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta
  • Publishedmarço 10, 2026

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (10) que o governo deve evitar “decisões açodadas” diante da alta no preço do petróleo, que pode impactar a inflação por meio do aumento dos combustíveis. Ele ressaltou que o Banco Central (BC) mantém autonomia para definir a política de juros, independentemente do cenário externo.

Durante entrevista, Haddad foi questionado sobre a possibilidade de a alta do petróleo prejudicar o plano do BC de iniciar cortes na taxa de juros na próxima semana. Em resposta, ele fez uma comparação com o “tarifaço” aplicado pelo governo dos Estados Unidos durante a presidência de Donald Trump, que provocou instabilidade, mas depois foi parcialmente revertido.

Segundo Haddad, é necessário cautela para evitar reações precipitadas com base em eventos transitórios no mercado internacional. Ele destacou que, no caso do tarifaço, houve um temor excessivo de que a economia brasileira fosse prejudicada ou que o país tivesse que ceder a pressões externas, mas essas previsões não se concretizaram.

O ministro não indicou mudanças na estratégia econômica atual, reiterando a importância do controle da inflação e da estabilidade econômica. Ele afirmou que o BC segue com liberdade para decidir o momento e a intensidade do ajuste nas taxas de juros, conforme a análise das condições internas e externas.

A alta do petróleo tem gerado preocupação por elevar os custos dos combustíveis, que afetam diretamente os índices de inflação. A resposta das autoridades econômicas a esses movimentos é observada pelo mercado e pela população, principalmente em momentos de incerteza global.

Haddad reafirmou o compromisso do governo em monitorar os impactos da disparada do petróleo, mas pediu calma para que as decisões sejam feitas com base em análises consistentes e não sob pressão de variações pontuais no cenário internacional.

Em resumo, o ministro da Fazenda defende a prudência diante da alta do petróleo e reforça a independência do Banco Central para conduzir a política monetária conforme a necessidade do país.

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Fonte: g1.globo.com


Fonte: g1.globo.com

Written By
Caio Marcio

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