A taxa de desemprego aumentou em 15 estados brasileiros no

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A taxa de desemprego aumentou em 15 estados brasileiros no primeiro trimestre de 2026, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral.

O levantamento mostrou que as maiores taxas de desocupação ocorreram no Amapá (10,0%), seguido por Alagoas, Bahia e Pernambuco, todos com 9,2%, além do Piauí, com 8,9%. Em contrapartida, Santa Catarina registrou a menor taxa, com 2,7%, seguida por Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).

Essa variação indica que a recuperação do mercado de trabalho tem sido desigual entre as unidades da federação, refletindo diferentes condições econômicas regionais. A Pnad Contínua também permite acompanhar as mudanças no ritmo da economia e em setores específicos do emprego.

O IBGE disponibilizou ferramentas interativas para consultar a variação trimestral da taxa de desemprego em cada estado, facilitando a análise detalhada por parte de pesquisadores e formuladores de políticas públicas.

O levantamento reforça a importância de monitorar o mercado de trabalho de forma regionalizada para compreender as dinâmicas que influenciam o emprego no país.

Com a atualização dos números no primeiro trimestre de 2026, especialistas e gestores públicos poderão ajustar estratégias e iniciativas para combater o desemprego nas regiões mais afetadas.

A pesquisa é fundamental para orientar políticas de desenvolvimento econômico e social, tendo em vista as disparidades observadas entre as unidades da federação.

O IBGE continuará a divulgar as estatísticas trimestrais, oferecendo uma visão contínua e atualizada sobre o cenário do emprego no Brasil.

Palavras-chave: desemprego, IBGE, Pnad Contínua, mercado de trabalho, taxas de desocupação, estados brasileiros, primeiro trimestre 2026, emprego regional, Amapá, Santa Catarina.

Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

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