Às vésperas do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado neste domingo (3), a Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) divulgou uma mensagem destacando o papel do jornalismo na democracia e no Estado de Direito, e cobrou a proteção aos profissionais da imprensa em todo o mundo. A data, instituída pelas Nações Unidas com base na Declaração de Windhoek, serve para reafirmar a importância de uma imprensa livre, plural e independente.
Em comunicado, o presidente da AIR, Paulo Tonet Camargo, afirmou que os jornalistas continuam atuando com coragem, independência e compromisso apesar dos ambientes adversos enfrentados em várias regiões do globo. O presidente ressaltou que a liberdade de expressão, prevista no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é um direito fundamental não apenas para a mídia, mas para toda a sociedade.
A AIR alertou para a responsabilidade dos governos em garantir a segurança dos profissionais de imprensa e combater práticas como censura, intimidação e violência contra jornalistas. A entidade destacou que a proteção ao jornalismo é condição essencial para o funcionamento das democracias e para a manutenção do Estado de Direito.
Além disso, a associação reforçou a necessidade de fortalecer o jornalismo independente e facilitar o acesso da população a informações diversas e sem interferências. A AIR defende o livre fluxo de informações como base para sociedades abertas, que dependem de dados e notícias confiáveis para o exercício pleno da cidadania.
“No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a Associação Internacional de Radiodifusão presta homenagem a todos os jornalistas e meios de comunicação que, em cada canto do mundo, exercem sua atividade com coragem, independência e compromisso com a liberdade”, declarou Paulo Tonet Camargo.
O presidente acrescentou que a liberdade de expressão é uma garantia indispensável para a democracia: “Sem liberdade de imprensa, não há democracia”. Ele concluiu o comunicado enfatizando o chamado da AIR para que os Estados assumam seu dever de proteger os jornalistas e assegurar a pluralidade da informação.
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa ocorre anualmente em 3 de maio e foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção à situação da imprensa mundial e promover os esforços em favor da liberdade de expressão. A Declaração de Windhoek, adotada em 1991 em Namíbia, é um marco que afirma a necessidade de um jornalismo independente e plural para o fortalecimento dos sistemas democráticos.
Conforme registros da AIR e outras entidades de defesa dos direitos humanos, jornalistas em diversas partes do mundo enfrentam ameaças que vão desde assédio verbal até agressões físicas e prisões arbitrárias. Tais práticas comprometem o acesso da população a informações precisas e a transparência nos processos políticos.
A AIR reforça que a garantia da liberdade de imprensa é um compromisso internacional e pede que governos adotem medidas concretas para proteger os profissionais que exercem a função de informar com imparcialidade e ética.
Com o avanço das tecnologias e o aumento do uso de plataformas digitais, o desafio de assegurar um ambiente seguro para o jornalismo também envolve combater a desinformação e a censura velada em ambientes online.
A mensagem da AIR neste 3 de maio reforça o papel do jornalismo como pilar fundamental da democracia e aponta para a urgência de políticas públicas que garantam a liberdade, a segurança e o pluralismo na comunicação social.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com

