O guitarrista pernambucano Lúcio Maia lançou em 16 de abril seu segundo álbum solo, intitulado “Lúcio Maia”, que mistura elementos do futurismo e da psicodelia em suas texturas e atmosferas. O trabalho foi disponibilizado pelo selo Opium em parceria com a ForMusic Records.
O álbum traz oito composições autorais instrumentais e reforça a trajetória do músico desde sua passagem pela banda Nação Zumbi, na qual ganhou projeção na década de 1990. Lúcio Maia produziu o disco e contou com a participação de Arquétipo Rafa na bateria, Marco Gerez no baixo e Pedro Regada nos sintetizadores.
Nas faixas, o guitarrista explora diferentes atmosferas sonoras. “Contorno ausente” apresenta efeitos marcantes de guitarra, enquanto “Brisa leve” destaca percussões com influências latinas. A psicodelia está evidente em “Cogumelo de vidro” e “Qítara”, que trazem um tom mais experimental.
O álbum também inclui “Noturno”, que aposta em uma sonoridade orquestral, além de “Fetish motel”, faixa com clima cinematográfico e dark funk, lançada como um dos dois singles que antecederam o disco. O outro single foi “Tábua das horas”.
Essa obra sucede o primeiro álbum solo, também chamado “Lúcio Maia”, lançado em 2019. A mixagem desta nova produção ficou a cargo de Mario Caldato Jr e Daniel Ganjaman, consolidando a qualidade técnica do trabalho.
Vale destacar que, paralelamente à carreira na Nação Zumbi, Lúcio Maia lançou dois álbuns com o projeto Maquinado entre 2007 e 2010: “Homem binário” e “Mundialmente anônimo – O magnético sangramento da existência”. O novo álbum reforça a diversidade e a continuidade da produção solo do guitarrista.
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Fonte: g1.globo.com
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