O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste

Imagem: s2-g1.glbimg.com

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste domingo (19) que “cada dólar” pago pelo petróleo da Rússia é “dinheiro para a guerra”.

Os Estados Unidos prorrogaram a suspensão de sanções sobre a matéria-prima na sexta-feira (17).

“Com o alívio das sanções, o petróleo russo transportado em petroleiros pode voltar a ser vendido sem consequências. Isso representa US$ 10 bilhões, um recurso que se transforma diretamente em novos ataques contra a Ucrânia“, afirmou o líder ucraniano na rede social X.

“Apenas nesta semana, a Rússia lançou mais de 2.360 ataques de drones, mais de 1.320 bombas aéreas guiadas e quase 60 mísseis” contra a Ucrânia, acrescentou Zelensky.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

Segundo a administração militar da cidade de Chernihiv, norte da Ucrânia, um bombardeio nesta noite matou um adolescente de 16 anos e deixou quatro feridos.

O ataque atingiu várias casas, além de prédios administrativos e centros de ensino.

Alívio a sanções

A decisão de prorrogar o alívio às sanções ao petróleo russo foi publicada pelo Departamento do Tesouro dos EUA e vale para cargas embarcadas até 16 de maio.

A renovação faz parte da estratégia dos EUA para conter a alta dos preços globais de energia, pressionados pela guerra no Oriente Médio.

🚢 Desde fevereiro, EUA, Israel e Irã travam uma guerra na região. Como resposta, o governo de Teerã fechou o Estreito de Ormuz, uma importante rota para o comércio mundial de petróleo. Com isso, os preços da commodity dispararam em todo o mundo.

O texto exclui transações que envolvam Irã, Cuba e Coreia do Norte.

Moscou se tornou alvo de uma ampla rodada de sanções ocidentais desde fevereiro de 2022, quando invadiu a Ucrânia. Estados Unidos, União Europeia e aliados impuseram restrições ao comércio de petróleo russo, incluindo proibições de importação, limites de preço e obstáculos ao financiamento e seguro de embarques.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em foto de 16 de abril de 2026

Piroschka van de Wouw/Reuters

Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

Sair da versão mobile