Um funcionário da Meta em Londres foi detido sob suspeita de baixar 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook, informou o jornal britânico The Guardian nesta quarta-feira (data). A empresa confirmou que demitiu o colaborador após a descoberta da violação, ocorrida há mais de um ano.
Segundo a Meta, o caso foi comunicado imediatamente à polícia e os usuários afetados foram informados sobre o incidente. A companhia também afirmou que reforçou os sistemas de segurança para evitar novas ocorrências.
Documentos judiciais citados pela agência Press Association indicam que o funcionário criou um script para burlar os mecanismos internos de detecção da Meta e assim obter as imagens. Ele foi liberado sob fiança, enquanto a investigação ainda está em andamento.
Um porta-voz da empresa declarou que a Meta está colaborando com as autoridades durante as apurações. A empresa controla as redes sociais Facebook e Instagram.
Até o momento, a identidade do ex-funcionário não foi divulgada pelas autoridades. A investigação busca entender a extensão dos danos causados e possíveis motivações para o ato.
O caso levanta questões sobre a segurança dos dados pessoais em plataformas digitais e os controles internos de acesso a informações sensíveis. A Meta reforça que adota medidas contínuas para proteger a privacidade dos usuários.
Usuários da rede social foram orientados a revisar configurações de privacidade e manter atenção a possíveis sinais de uso indevido de suas imagens. A empresa não detalhou quais ações específicas de segurança foram implementadas.
A detenção ocorre em um momento de crescente debate mundial sobre proteção de dados, uso ético de informações pessoais e responsabilidade das grandes empresas de tecnologia no controle do conteúdo compartilhado por seus usuários.
A continuidade das investigações poderá resultar em novas medidas legais e de segurança tanto para a Meta quanto para outras plataformas digitais.
Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com

