A décima terceira edição do Lollapalooza Brasil reuniu

A décima terceira edição do Lollapalooza Brasil reuniu 285 mil pessoas entre os dias 20 e 22 de março de 2026 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O festival contou com 71 artistas, incluindo 17 estreantes no país, 38 nacionais e 33 internacionais, destacando-se pelo equilíbrio entre talentos consagrados e novidades do cenário musical global.
Lorde foi apontada como a principal atração do evento, atraindo a maior plateia do palco secundário com o show que promoveu o álbum “Virgin”. Sua apresentação manteve o público engajado do início ao fim, refletindo a capacidade da artista em renovar seu repertório e manter forte conexão com os fãs brasileiros. A cantora interpretou sucessos de todas as fases da carreira, destacando-se pela variação e inovação nas performances.
Outros shows bem avaliados incluíram performances de Lewis Capaldi, que mesclou baladas introspectivas com bom humor e potência vocal, e Tyler, The Creator, que encerrou o festival com um repertório divertido e diverso. Skrillex também se destacou com sua apresentação que mesclou dubstep, funk e reggae, usando muitos efeitos visuais e pirotécnicos para manter o ritmo acelerado. Chappell Roan, Sabrina Carpenter, Doechii, Blood Orange, Turnstile e RIIZE completaram a lista dos dez melhores shows, segundo análise da equipe que cobriu o evento.
A variedade de estilos foi um dos pontos fortes desta edição, indo do pop ao hardcore, do R&B ao hip hop, e incluindo ainda o k-pop com a presença da banda sul-coreana RIIZE. Apesar do aparente conflito de horários com outras atrações, a apresentação do grupo teve boa execução técnica e coreografias alinhadas, ainda que tenha atraído público menor devido à concorrência.
Por outro lado, alguns shows foram avaliados como menos satisfatórios. Addison Rae, ex-estrela do TikTok, liderou a lista dos piores shows, com crítica voltada para o uso excessivo de playback e performance considerada teatral demais, apesar da tentativa de trazer referências da cultura pop americana. A banda Interpol apresentou show com pouca interação e sonoridade semelhante a gravações, enquanto Deftones entregou uma apresentação aquém das expectativas, mesmo vindo de um álbum recente.
Marina, que fez sua terceira participação no festival, teve um desempenho que agradou parte do público pela energia e repertório dançante, mas foi classificada entre as decepções, provável reflexo da repetição do estilo já conhecido. Edson Gomes também registrou baixo público e pouco engajamento, mesmo com o reconhecimento histórico dentro do reggae nacional. A sobreposição com outras atrações pode ter impactado a presença na plateia.
A análise dos melhores e piores shows do Lollapalooza 2026 considerou não apenas o talento dos artistas, mas também a interação com o público, escolha do setlist, execução técnica e qualidade da apresentação ao vivo. A diversidade do line-up reafirmou o festival como um dos principais eventos musicais do Brasil, capaz de reunir estilos variados e públicos distintos.
O Lollapalooza 2026 demonstrou tanto a força de nomes consolidados quanto o desafio de adaptação de artistas novos ou com público específico. A crítica reforça a importância da escolha do repertório e da energia do show para o sucesso diante de uma plateia exigente e diversificada nos três dias de evento.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com