O primeiro-ministro da China, Li Qiang, afirmou neste domingo (22), em Pequim, que o país pretende ampliar sua abertura econômica e criticou o unilateralismo adotado por alguns países. A declaração foi feita durante a abertura do Fórum de Desenvolvimento da China, que reuniu líderes empresariais nacionais e internacionais.
Li Qiang destacou que a China promoverá uma abertura de alto nível, com a importação de mais bens estrangeiros de qualidade. Ele ressaltou a intenção de trabalhar em conjunto com diversas partes para garantir um desenvolvimento equilibrado e otimizado do comércio mundial.
O premiê criticou as políticas unilaterais e o protecionismo, apontando que essas práticas não ajudam a resolver os problemas atuais da economia global. Ele não mencionou diretamente os Estados Unidos ou o ex-presidente Donald Trump, mas suas declarações foram interpretadas em meio às tensões comerciais recentes.
Nos últimos meses, a China enfrentou uma guerra comercial com os Estados Unidos após a imposição de tarifas por parte do governo americano, medida que aumentou as barreiras comerciais entre as duas maiores economias do mundo. Li Qiang posicionou a China em favor do multilateralismo e da cooperação internacional.
O Fórum de Desenvolvimento da China recebeu executivos importantes, incluindo Tim Cook, CEO da Apple, além de representantes dos bancos HSBC, UBS e Standard Chartered. O encontro enfatizou a importância do diálogo entre setores público e privado para fortalecer a economia global.
Ao reafirmar o compromisso com a abertura, Li Qiang sinalizou uma postura alinhada com a continuidade das reformas econômicas na China, incentivando investimentos estrangeiros e maior integração no comércio internacional. O governo chinês busca ampliar sua participação no mercado global, promovendo políticas que incentivem o consumo externo e a colaboração.
O discurso do primeiro-ministro reflete a tentativa da China de reposicionar seu papel na economia mundial após os conflitos comerciais recentes e as pressões protecionistas. A expectativa é que o país mantenha uma estratégia de cooperação e abertura, mesmo diante de obstáculos geopolíticos.
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Fonte: g1.globo.com
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