A The Lycra Company, fabricante de tecidos elásticos

Imagem: s2-g1.glbimg.com

A The Lycra Company, fabricante de tecidos elásticos, entrou com pedido de recuperação judicial em Houston, Texas, na terça-feira (17), para reestruturar uma dívida de US$ 1,2 bilhão. A medida visa reorganizar as finanças da empresa diante de dificuldades financeiras acumuladas.

Segundo documentos judiciais, os credores concordaram em conceder US$ 75 milhões em novos financiamentos e eliminar a maior parte dos US$ 1,53 bilhão em dívidas anteriores. A empresa informou que a reestruturação não afetará suas operações, seus funcionários, clientes ou fornecedores.

A companhia destacou ainda que conta com apoio quase unânime dos credores e planeja concluir o processo de recuperação judicial em até 45 dias. A Lycra tem sede em Wilmington, Delaware, e opera uma fábrica em Paulínia, São Paulo, entre outras em diversos países.

A empresa enfrenta problemas financeiros desde sua aquisição em 2019 pelos grupos chineses Ruyi Textile e Fashion International Group Limited. Em 2022, os credores assumiram o controle, após a incapacidade da empresa de honrar suas dívidas.

A queda na demanda por spandex, a concorrência com produtos genéricos mais baratos, tarifas voláteis nos Estados Unidos e disputas judiciais com antigos proprietários na China também impactaram negativamente o desempenho da empresa.

Fundada em 1958, inicialmente como parte da DuPont, a Lycra foi a pioneira na produção do spandex e está entre as líderes globais em inovação no setor têxtil. Atualmente, mantém oito fábricas, três laboratórios de pesquisa e 11 escritórios distribuídos pela América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul.

A empresa emprega cerca de 2.000 pessoas globalmente e pretende continuar suas operações normalmente durante o processo de recuperação judicial. O pedido busca garantir a sustentabilidade financeira a longo prazo diante do cenário econômico e competitivo atual.

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Fonte: g1.globo.com

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Fonte: g1.globo.com

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