Economia

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no
  • Publishedmarço 5, 2026

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice manteve-se estável em relação ao trimestre anterior e registrou queda em comparação ao mesmo período do ano anterior.

No trimestre entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a taxa permaneceu em 5,4%, repetindo o resultado do trimestre de agosto a outubro de 2025. Em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando a taxa foi de 6,5%, houve redução de 1,1 ponto percentual. O desempenho também coincidiu com a média projetada pelo mercado.

A pesquisa aponta que a população desocupada somou 5,9 milhões de pessoas no último trimestre, número estável frente aos três meses anteriores. Em comparação anual, houve queda de 17,1%, o que representa uma redução de 1,2 milhão de pessoas sem trabalho.

Já a população ocupada totalizou 102,7 milhões de pessoas. Esse dado permanece praticamente inalterado em comparação ao trimestre anterior, mas aumentou 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, com 1,7 milhão de pessoas ingressando no mercado de trabalho.

O nível de ocupação, que indica a proporção da população em idade ativa que está empregada, ficou em 58,7% no trimestre, sem alteração significativa em relação ao trimestre anterior e com crescimento de 0,5 ponto percentual em relação ao ano anterior.

Outros indicadores da pesquisa mostram a taxa de subutilização da força de trabalho em 13,8%. A população fora da força de trabalho chegou a 66,3 milhões de pessoas, enquanto a população desalentada somou 2,7 milhões.

No setor formal, o número de empregados com carteira assinada foi de 39,4 milhões. Trabalhadores sem carteira assinada totalizaram 13,4 milhões. A pesquisa também apontou 26,2 milhões de trabalhadores por conta própria e 38,5 milhões de trabalhadores informais.

Esses dados mostram que a estrutura do mercado de trabalho brasileiro manteve-se estável nos últimos meses, com leve recuperação em comparação ao ano anterior. A estabilidade da taxa de desemprego, aliada à redução do número de desocupados, indica continuidade na absorção da mão de obra disponível.

O IBGE destacou que a pesquisa segue em atualização e novos números podem ser divulgados em breve.

Palavras-chave: taxa de desemprego, IBGE, Pnad Contínua, mercado de trabalho, população ocupada, população desocupada, carteira assinada, trabalhadores informais, taxa de subutilização, Brasil.

Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

Written By
Caio Marcio

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