O cantor americano Justin Timberlake entrou com uma

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O cantor americano Justin Timberlake entrou com uma ação judicial para impedir a divulgação do vídeo de sua prisão por dirigir embriagado nos Hamptons, Nova York, em junho de 2024. A medida busca proteger sua privacidade diante da divulgação das imagens captadas pelas câmeras corporais da polícia.

Os advogados de Timberlake afirmam que a exibição do vídeo revelaria detalhes íntimos e sensíveis, causando danos irreparáveis à reputação do cantor, além de expô-lo a ridículo e assédio. O processo ressalta que o material registra um momento em que Timberlake estava em estado de vulnerabilidade, com imagens de seu comportamento, fala e conduta durante os testes de sobriedade e o confinamento subsequente.

Após uma audiência realizada na segunda-feira (2) no tribunal estadual de Riverhead, o juiz Joseph Farneti ainda não tomou uma decisão. Ele orientou que as partes tentem uma conciliação até o fim da semana. A divulgação do vídeo depende da resolução judicial.

Timberlake se declarou culpado da acusação de dirigir embriagado após ser detido pela polícia em junho. Segundo relato oficial, ele avançou um sinal vermelho, desviou da faixa e estava com odor de álcool. O cantor afirmou aos policiais ter consumido um martini e estava acompanhando amigos até Sag Harbor, a cerca de 160 quilômetros da cidade de Nova York.

Em acordo judicial, Timberlake aceitou fazer um pronunciamento público alertando sobre os perigos de dirigir alcoolizado. Ele teve a acusação original reduzida para infração de trânsito não criminal e foi condenado a pagar multa de US$ 500, cumprir 25 horas de serviço comunitário e suspender a carteira por 90 dias.

Após o julgamento, Timberlake declarou: “Mesmo que você tenha bebido apenas uma dose, não se sente ao volante de um carro. Este é um erro que eu cometi, mas espero que quem estiver assistindo e ouvindo possa aprender com isso. Eu sei que aprendi.”

No processo, os advogados disseram ter sido informados em 1º de julho que as autoridades planejavam liberar parte das filmagens, com edições para cumprir a solicitação de registros públicos. O vídeo completo tem cerca de oito horas, incluindo a abordagem inicial, os testes de sobriedade, o interrogatório e a detenção.

A Associated Press e outros veículos protocolaram pedidos para obter acesso ao material. O prefeito de Sag Harbor, Thomas Gardella, informou que as imagens foram analisadas para evitar riscos à polícia e ao público.

“Nós tentamos ser o mais transparentes possível com essas imagens”, afirmou o prefeito. A decisão sobre a liberação do vídeo ainda depende da conclusão do processo judicial em curso.

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Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

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