Economia

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta
  • Publishedfevereiro 25, 2026

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (24) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que segue agora para o Senado para a última etapa de ratificação no Brasil. O texto, negociado por mais de 25 anos, prevê a redução gradual de tarifas e regras comuns para comércio, investimentos e padrões regulatórios entre os blocos.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que o tratado poderá ampliar as exportações brasileiras, atrair investimentos e fortalecer a inserção do país no mercado internacional. O acordo facilita o acesso de produtos brasileiros, principalmente do agronegócio, ao mercado europeu, ao mesmo tempo em que reduz tarifas comerciais.

A área internacional do governo destaca que o acordo pode também garantir maior segurança jurídica para investimentos, promover a abertura de compras públicas e incentivar a modernização da indústria nacional. A expectativa é que o tratado fortaleça o protagonismo internacional do Brasil e sua capacidade de negociação.

Embora o acordo tenha sido anunciado durante a presidência uruguaia do Mercosul, grande parte das negociações ocorreu enquanto o Brasil liderava o bloco, com participação ativa da diplomacia brasileira. O governo atribui o resultado à atuação técnica do Itamaraty e à prioridade dada por Lula à retomada das negociações internacionais.

Identificado como um trunfo político, o governo pretende usar a aprovação do acordo como demonstração de competência na articulação externa, reforçando pontos como geração de empregos, abertura de mercados para agronegócio e indústria, e fortalecimento da imagem do Brasil no exterior.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o impacto econômico projetado inclui um aumento de cerca de 0,34% no Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a aproximadamente R$ 37 bilhões no longo prazo. O investimento também deve crescer em 0,76%, o que representa cerca de R$ 13,6 bilhões.

Além disso, o governo prevê redução média dos preços ao consumidor e aumento da competitividade da economia brasileira, em função da queda das tarifas e da maior integração comercial com a União Europeia.

Após a aprovação no Senado, o acordo poderá ser promulgado e implementado, consolidando a agenda comercial entre o Mercosul e a UE. O processo de ratificação ainda depende de posição favorável do Senado para que o Brasil conclua sua adesão formal ao tratado.

Com os avanços esperados no comércio exterior, o governo aposta que o acordo impulsionará o crescimento econômico e reforçará a presença do Brasil em cadeias globais de produção, abrindo caminho para maior participação nos mercados internacionais.

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Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

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Caio Marcio

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