O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta quarta-feira (25) o aumento do imposto de importação aplicado a mais de mil produtos, incluindo smartphones, com o objetivo de proteger a produção nacional e aumentar a arrecadação. A medida, anunciada no início do mês, pode elevar as alíquotas em até 7,2 pontos percentuais, afetando setores industriais e consumidores que fazem compras no exterior.

O aumento incide sobre diversos produtos, como celulares, máquinas e equipamentos industriais, incluindo caldeiras, geradores, turbinas e fornos. Essa ampliação das tarifas tem impacto direto nos custos desses itens para empresários e consumidores que dependem de importações.

Haddad afirmou que a medida visa tanto a arrecadação de recursos quanto o estímulo à indústria doméstica. Segundo ele, proteger a produção nacional é fundamental para fortalecer a economia no cenário atual.

A oposição criticou o aumento tarifário, alegando que ele pode prejudicar consumidores e setores produtivos que dependem de insumos importados. Em resposta, o ministro ressaltou que a política adotada permite ajustes feitos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, inclusive a possibilidade de reduzir ou zerar a tarifa se for necessário.

Com isso, o governo mantém a flexibilidade para avaliar o impacto da medida e adequar as alíquotas conforme as condições econômicas e setoriais. A decisão segue em análise, e soluções podem ser adotadas para equilibrar proteção à indústria e acesso a produtos importados.

A elevação do imposto pode provocar aumento no preço final de produtos importados, sobretudo smartphones, que são itens de grande demanda do consumidor final. O setor produtivo deve acompanhar de perto os desdobramentos para ajustar seus processos e estratégias comerciais.

O governo argumenta que a ação serve para fortalecer a indústria nacional diante da competitividade do mercado internacional, ajustando o desequilíbrio causado por tarifas anteriores consideradas insuficientes.

A medida integra uma estratégia maior de políticas comerciais e tributárias para equilibrar a balança comercial e fomentar o desenvolvimento da economia interna.

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Fonte: g1.globo.com


Fonte: g1.globo.com

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