O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (23), em São Paulo, que o Brasil foi o país mais beneficiado do mundo com as mudanças nas tarifas aplicadas pelo governo dos Estados Unidos, liderado então pelo presidente Donald Trump.
Alckmin declarou isso durante um evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). As mudanças nas tarifas referem-se à nova tarifa global anunciada por Trump, que sofreu alteração em um curto intervalo de tempo. Inicialmente, a alíquota global havia sido fixada em 10%, mas no sábado (21) foi elevada para 15%.
A nova taxação dos Estados Unidos deve entrar em vigor a partir das 00h01 (horário de Washington) desta terça-feira (24). De acordo com as informações divulgadas, haverá uma extensa lista de itens que estarão isentos da tarifa.
O Brasil enfrentava anteriormente sobretaxas que chegavam a 50% impostas pelos Estados Unidos. A redução dessas tarifas representa uma vantagem direta para os produtos brasileiros exportados para o mercado americano.
A alteração nas tarifas decorre da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que anulou o chamado “tarifaço” original. Em resposta, o governo americano ajustou a alíquota para 15%, uma medida que, segundo Alckmin, favorece o Brasil em comparação com outros países.
Essas mudanças tarifárias têm impacto direto na balança comercial entre Brasil e Estados Unidos, influenciando setores da indústria e comércio nacional. O governo brasileiro acompanha o desenvolvimento das negociações para manter as condições favoráveis aos produtos nacionais.
A definição dos produtos isentos desta nova tarifa ainda é aguardada para avaliação do impacto específico em diversos setores da economia. Alckmin destacou que o Brasil tem vantagem em relação a outros países, graças à redução das tarifas elevadas que enfrentava anteriormente.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços permanece em contato com as autoridades americanas para monitorar o andamento das medidas e seus efeitos no comércio bilateral.
A expectativa é que as novas tarifas incentivem a competitividade dos produtos brasileiros no mercado dos Estados Unidos, fomentando as exportações e a indústria nacional.
A reportagem está em atualização conforme novas informações forem disponibilizadas.
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Fonte: g1.globo.com
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