Durante o apagão causado pela Enel em São Paulo em dezembro de 2025, queda de energia afetou o acesso à internet, ressaltando a importância do uso de nobreaks para evitar interrupções no sinal de wi-fi. O nobreak mantém os dispositivos eletrônicos ligados por meio de uma bateria interna, garantindo provisão de energia temporária durante cortes, além de proteger os aparelhos contra picos de tensão.
O equipamento permite finalizar tarefas importantes, como reuniões virtuais ou envio de e-mails, ao fornecer energia suficiente para manter computadores, modems e roteadores ativos. Além disso, o nobreak estabiliza a corrente elétrica, mesmo quando a energia é restabelecida, evitando danos a TVs, computadores e outros dispositivos sensíveis.
Especialistas recomendam conectar apenas os aparelhos essenciais ao nobreak, como TVs, computadores e equipamentos de rede. Eletrodomésticos com motores, como geladeiras e aspiradores, não devem ser ligados ao dispositivo devido ao alto pico de corrente que podem causar, reduzindo a autonomia da bateria.
Na hora de escolher um nobreak, é fundamental avaliar a potência dos equipamentos que serão ligados, medida em watts, e a autonomia do aparelho, ou seja, o tempo que mantém os dispositivos em funcionamento durante a falta de energia. Também é importante definir o tipo de uso pretendido, seja para proteger continuamente a corrente elétrica ou apenas para atuação em quedas de luz.
A potência dos nobreaks é medida em volt-ampere (VA), e é necessário converter os watts dos aparelhos conectados para VA para garantir capacidade suficiente. Uma regra prática é somar o consumo em watts dos equipamentos e escolher um nobreak com capacidade em VA superior a essa soma.
Existem três tipos básicos de nobreaks no mercado: fontes 12V com bateria, mais simples e indicadas para modems e roteadores; mini nobreaks, também para equipamentos de 12V como câmeras de segurança; e nobreaks convencionais, maiores e com mais tomadas, indicados para computadores e TVs.
Quanto ao funcionamento, os nobreaks se dividem em três grupos principais. Os modelos stand-by ou offline ativam a bateria apenas após a detecção de falha na energia. Os interativos corrigem pequenas variações de tensão sem usar a bateria. Já os online mantêm a bateria carregada o tempo todo, garantindo energia estável e contínua sem interrupções.
Os preços variam conforme o modelo, indo de R$ 170 a R$ 450 para os mini e fontes, e de R$ 900 a R$ 2.000 para os nobreaks convencionais, conforme levantamento feito em fevereiro. A escolha deve considerar a necessidade real do usuário, o tipo de equipamento a ser protegido e o orçamento disponível.
O uso do nobreak aparece como uma solução prática para garantir a continuidade do acesso à internet durante apagões e proteger equipamentos contra danos causados por irregularidades na rede elétrica, principalmente em regiões sujeitas a oscilações frequentes.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com

