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A influenciadora Virginia Fonseca enfrentou problemas com o

A influenciadora Virginia Fonseca enfrentou problemas com o
  • Publishedfevereiro 18, 2026

A influenciadora Virginia Fonseca enfrentou problemas com o tapa-sexo durante seu desfile de estreia como rainha de bateria da Grande Rio no Carnaval de 2024 no Rio de Janeiro. O acessório de proteção se descolou no meio do desfile, o que a fez sambar com mais cuidado e retirar o costeiro devido ao peso da fantasia.

Antes do desfile na Sapucaí, Virginia relatou dificuldades com o figurino, afirmando que a parte de baixo do maiô cedia por causa do peso da fantasia. Ela explicou que a peça precisou ser refeita e que reforçaria a fixação do tapa-sexo com fita para evitar novos incidentes.

O problema com o tapa-sexo não é incomum entre musas de escolas de samba. Outros casos registrados incluem Tarine Lopes, madrinha da X-9 Paulistana, que em 2018 teve o acessório deslocado ainda na concentração e precisou segurá-lo com as mãos durante todo o desfile.

Em 2024, Kerolay Chaves, Miss Bumbum 2025 e musa da Ala dos Compositores do Grajaú, em São Paulo, revelou que usou supercola para fixar o tapa-sexo por medo de que se soltasse durante o desfile. Ela precisou de atendimento médico para remover o produto após a apresentação.

Outro incidente ocorreu em 2023 com Francine Carvalho, rainha de bateria da X-9 Pioneira, cujo tapa-sexo desprendeu-se durante um desfile em Santos, expondo sua parte íntima inadvertidamente ao público. Francine classificou o problema como técnico e posteriormente conquistou o título de campeã do Carnaval Paulista.

Em 2017, Suelen Mayara, árbitra de futebol, utilizou cola de madeira para fixar seu tapa-sexo em seu primeiro Carnaval com a Acadêmicos do Tucuruvi, quando desfilou com pintura corporal representando arte de rua.

O tapa-sexo é um acessório obrigatório para musas e rainhas de bateria, usado para manter a segurança e evitar exposição indesejada durante os desfiles, que costumam contar com fantasias mínimas e coreografias intensas. O equipamento requer fixação rigorosa para suportar os movimentos, peso das fantasias e o calor da avenida.

Apesar dos cuidados, incidentes com o tapa-sexo são frequentes devido às condições extremas dos desfiles, incluindo suor, movimentação rápida e peso dos figurinos. A busca por soluções resistentes, como o uso de fitas adesivas reforçadas e colas especiais, é comum entre as participantes.

A exposição gerada por esses incidentes ressalta a complexidade do trabalho das musas e rainhas de bateria, que precisam lidar com a aparência e conforto das fantasias ao mesmo tempo em que garantem a performance na avenida.

Assim, o tapa-sexo segue sendo um componente essencial do figurino carnavalesco, apesar dos desafios em sua fixação e manutenção ao longo dos desfiles.

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Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

Written By
Vitor Souza

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