Marciano Testa, fundador e controlador do Agibank
Reprodução/Redes Sociais
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Ainda assim, a participação de aproximadamente 63% de Testa na empresa passou a valer cerca de US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões), considerando o preço de fechamento de US$ 10,75.
💰Com a abertura de capital da companhia, sua participação passou a ser avaliada em cerca de US$ 1,1 bilhão, em valor de mercado.
Natural do Rio Grande do Sul, Testa, de 49 anos, iniciou sua trajetória no setor financeiro ao criar a Agiplan, que deu origem ao Agibank.
Sob sua liderança, a instituição combinou presença digital com pontos físicos e cresceu apoiada no crédito consignado e em serviços para clientes de renda mais baixa.
Além do banco, é cofundador e presidente do Instituto Caldeira, iniciativa privada voltada à aceleração da transformação digital no Rio Grande do Sul.
Formado em Ciências Econômicas pela Unisinos, com especialização em Finanças, Testa também cursou o Executive Program da Singularity University e o programa Owner/President Management (OPM) da Harvard Business School.
No ano passado, Tesla ficou em 97º lugar na lista de bilionários brasileiros da Forbes, com patrimônio líquido de R$ 4,1 bilhões.
Segundo grande IPO desde 2021
Agibank
Divulgação/Agibank
A operação ocorre após a listagem recente de outra fintech brasileira, a PicPay, na Nasdaq.
De acordo com o Bloomberg Billionaires Index, o fundador do banco digital, David Vélez, possui fortuna estimada em US$ 17 bilhões, principalmente ligada à sua participação na empresa.
Apesar da diluição da fatia acionária, Testa manteve o controle do Agibank por meio de ações especiais da classe B, que concentram quase todo o poder de voto.
Esses papéis não são negociados em Bolsa, mas podem ser convertidos em ações ordinárias caso o fundador decida vender parte da participação.
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Fonte: g1.globo.com
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