O Agibank reduziu em mais de 50% a oferta inicial

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O Agibank reduziu em mais de 50% a oferta inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos, passando de 43,6 milhões para 20 milhões de papéis. A empresa será listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) sob o símbolo “AGBK”.

O pedido de IPO foi protocolado em 14 de janeiro deste ano, com oferta distribuída entre ações primárias e secundárias. A fintech informou que parte dos recursos obtidos poderá ser usada para aquisição ou investimento em novos negócios, produtos, serviços ou tecnologias, mas não possui acordos ou compromissos firmados para investimentos materiais no momento.

A origem do Agibank remonta a 1999, quando Marciano Testa fundou a Agiplan para ampliar o acesso ao crédito no Brasil. Atualmente, além do fundador, as principais gestoras acionistas são a Vinci Compass e a Lumina Capital Management, esta última presidida por Daniel Goldberg, ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil.

Segundo o balanço do terceiro trimestre de 2025, o banco digital contava com cerca de 6,4 milhões de clientes ativos e uma carteira de crédito de R$ 34 bilhões. O lucro líquido alcançou R$ 875 milhões, com retorno médio sobre o patrimônio líquido de 41%. O número de funcionários aumentou para 5.030, ante 4.700 no fim de 2024.

O pedido de IPO do Agibank soma-se a outras instituições brasileiras do setor financeiro que abriram capital nos Estados Unidos, como Nubank, XP, Inter, PagBank e StoneCo. Outra fintech brasileira, o PicPay, também protocolou documentos para realizar seu IPO na Bolsa de Nova York em janeiro de 2025.

A lista crescente de ofertas públicas em Nova York evidencia o interesse das fintechs brasileiras em captar recursos no mercado internacional para ampliar suas operações e investimentos futuros. O movimento ocorre em um contexto de expansão do setor financeiro digital no Brasil e na América Latina.

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Fonte: g1.globo.com

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Fonte: g1.globo.com

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