Carolina dieckmann estreia filme (des)controle para celebrar

Imagem: s2-g1.glbimg.com

Carolina Dieckmann estreia seu sétimo filme, “(Des)controle”, nesta quinta-feira (5) no Brasil, e esclarece boatos sobre sua participação na novela “Vale Tudo”. Na obra, dirigida por Rosane Svartman e Carol Minêm, a atriz interpreta uma escritora que enfrenta o alcoolismo, tema que traz uma relação pessoal a Dieckmann.

O filme foi rodado no final de 2024 e apresenta Kátia, personagem que enfrenta o vício com delicadeza e profundidade. Dieckmann revela que seu envolvimento com a temática do alcoolismo é inspirado pela experiência com a mãe, que também teve problemas com a bebida, conferindo à interpretação uma autoridade emocional. “É uma dor que me acompanha e me dá um lugar muito íntimo para interpretar essa personagem”, afirmou em entrevista ao g1.

Carolina refuta os boatos antigos que indicavam que ela seria escalada como Heleninha, personagem da regravação da novela “Vale Tudo”. Ela destacou que nunca solicitou o papel e que a confusão pode estar relacionada à sua personagem na trama, filha da Nazaré, vivida originalmente por Renata Sorrah. Na nova versão, Heleninha foi interpretada por Paolla Oliveira, enquanto Dieckmann assumiu o papel de Leila, anteriormente vivido por Cássia Kis.

Ela comentou também sobre a proximidade entre o lançamento do longa e sua participação na novela, ressaltando que não faria duas personagens com o mesmo tema seguidas, devido a escolhas de carreira. “Eu não faria as duas personagens de maneira nenhuma”, disse.

Sobre o processo de criação do filme, Carolina contou que o roteiro passou por mudanças até pouco antes do início das filmagens. A atriz destacou que o trabalho foi pautado no respeito e acolhimento, sobretudo por parte das diretoras e roteiristas. Ela ainda explicou sua abordagem para representar o alcoolismo de forma plural, evitando estereótipos e gestualidades caricatas, e ressaltou o apoio recebido durante a preparação.

“(Des)controle” equilibra um tema difícil com tratamento leve, conforme decisão da equipe criativa, para promover identificação do público. Dieckmann afirmou que a leveza no filme não partiu dela, mas das diretoras e roteiristas, e que o assunto foi tratado com o devido respeito.

A atriz também falou sobre sua relação com as várias facetas de sua personalidade e como isso se reflete em seus papéis. Ela comentou que a convivência com diferentes personagens influencia hábitos e atitudes, mas sem alterar sua essência.

Carolina avaliou o momento do cinema nacional como uma retomada após um período conturbado, favorecido por incentivos culturais e reconhecimento internacional, citando as cinco indicações brasileiras ao Oscar. Para ela, essa fase evidencia a força e a diversidade da cultura brasileira.

Sobre suas ambições, Carolina manifestou interesse em explorar mais o cinema, preferindo dramas por seu impacto emocional. Ela citou que, apesar de gostar de filmes de terror, seu foco é em produções que provoquem emoção, tanto como atriz quanto como espectadora.

Por fim, apontou nomes de diretores e atores com quem gostaria de trabalhar, como Kleber Mendonça, Wagner Moura e Andrucha Waddington, e comentou que ainda tem muito a explorar no cinema brasileiro.

Palavras-chave: Carolina Dieckmann, (Des)controle, cinema nacional, alcoolismo, Vale Tudo, Heleninha, drama, cinema brasileiro, Rosane Svartman, Carol Minêm, cultura brasileira

Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

Sair da versão mobile