A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustívei

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a retomar a perfuração de um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, paralisada desde janeiro devido a um vazamento de fluido de perfuração. A liberação veio após análise técnica e apresentação de medidas mitigadoras pela estatal.
A perfuração havia sido interrompida no dia 6 de janeiro, após a identificação de perda de fluido em duas linhas auxiliares que conectam o navio-sonda ao poço Morpho, localizado a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá. O vazamento foi detectado em 4 de janeiro e imediatamente contido.
A Petrobras informou que o fluido liberado é uma “lama” de perfuração à base de água, com aditivos de baixa toxicidade, usada para resfriar a broca, remover fragmentos de rocha e controlar a pressão do poço. Segundo a companhia, o material atende aos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, sem risco ao meio ambiente ou à população.
O Ibama foi comunicado sobre o incidente e afirmou que não houve vazamento de petróleo na área afetada. A estatal também reforçou que adotou todas as medidas de controle necessárias e notificou os órgãos competentes.
A ANP condicionou a retomada das operações à troca de todos os elementos de vedação usados nas conexões das tubulações por onde circulam os fluidos. Além disso, determinou o treinamento de todos os trabalhadores envolvidos no procedimento antes do reinício da perfuração.
O documento da agência ressalta que, após as análises técnicas e a implementação das medidas apresentadas pela Petrobras, não há impedimentos para o retorno das atividades no poço exploratório. A empresa já foi notificada oficialmente da autorização.
A perfuração na Bacia da Foz do Amazonas integra o esforço da Petrobras para explorar reservas de petróleo e gás natural na região, considerada uma área estratégica para o Brasil. A retomada das atividades indica o avanço do projeto após a pausa motivada pelo incidente com o fluido de perfuração.
A operação na bacia segue sob monitoramento dos órgãos ambientais e reguladores para garantir a segurança das atividades e a minimização dos impactos ambientais. A Agência Nacional do Petróleo manterá a fiscalização contínua conforme a legislação vigente.
*Esta reportagem está em atualização.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com