Economia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou
  • Publishedjaneiro 29, 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou emergência nacional contra Cuba nesta terça-feira (29) e autorizou a aplicação de tarifas a países que forneçam petróleo à ilha. A medida tem o objetivo de pressionar o governo cubano, que segundo Washington mantém relações com países e grupos considerados hostis aos EUA.

A ordem executiva prevê a imposição de tarifas a produtos importados de nações que, direta ou indiretamente, abasteçam Cuba com petróleo. A decisão se baseia em avaliações de segurança nacional e política externa do governo americano. O mecanismo não determina tarifas automáticas; o Departamento de Comércio será responsável por identificar os países envolvidos, enquanto o Departamento de Estado decidirá a aplicação e o nível das tarifas.

O texto da ordem acusa o governo cubano de manter vínculos com Estados como Rússia, China e Irã, além de grupos como Hamas e Hezbollah, considerados terroristas pelos Estados Unidos. A Casa Branca também cita violações de direitos humanos e ações que, segundo o governo americano, causam desestabilização na região caribenha.

A medida entra em vigor a partir das 0h01 de quinta-feira (30), no horário de Washington. A Casa Branca justifica que os Estados Unidos têm “tolerância zero” para as ações do regime cubano e que esta nova abordagem visa proteger a segurança nacional, a política externa e os interesses do país.

Especialistas apontam que a ação tem potencial para afetar as relações comerciais entre Cuba e seus parceiros internacionais, especialmente aqueles que dependem das exportações para a ilha. A pressão econômica busca limitar o acesso de Cuba a recursos energéticos, enfraquecendo sua capacidade de manutenção.

A notícia ocorre em meio a um cenário de tensões políticas na América Latina, em que os Estados Unidos reforçam medidas contra governos que consideram contrários aos seus interesses estratégicos. O governo americano já aplica desde 2017 sanções econômicas e restrições a Cuba, que agora se intensificam com esta nova ordem.

Ainda não se sabe qual será a reação dos países diretamente afetados pela imposição de tarifas. Os governos de Rússia, China e Irã, mencionados na ordem, têm reforçado parcerias comerciais com Cuba nos últimos anos. A aplicação dessas medidas pode provocar reações diplomáticas e impactar negociações internacionais.

A declaração de emergência nacional possibilita maior flexibilidade ao governo dos EUA para adotar medidas rápidas e direcionadas, que não dependem do processo legislativo tradicional. Esta estratégia tem sido usada para aumentar a pressão sobre regimes considerados hostis.

Por ora, a ordem executiva representa a escalada da política americana em relação a Cuba, ampliando o cerco econômico e buscando isolar o país no âmbito internacional. A efetividade das tarifas dependerá das decisões futuras dos departamentos envolvidos e da resposta dos países fornecedores de petróleo.

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Fonte: g1.globo.com


Fonte: g1.globo.com

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Caio Marcio

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