O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou nesta quinta-feira (21) o “Conselho da Paz”, uma estrutura destinada a discutir governança, relações regionais, reconstrução e investimentos na Faixa de Gaza. O órgão tem como objetivo atuar na manutenção da paz e na reconstrução da região e pode expandir sua atuação para outros conflitos internacionais no futuro.
O “Conselho da Paz” é uma iniciativa criada pelos EUA para coordenar esforços de estabilização na Faixa de Gaza. Trump assumirá o mandato vitalício como presidente do grupo, com amplos poderes para conduzir as decisões do conselho. Para obter um assento permanente, os países interessados precisarão realizar um aporte financeiro de US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,37 bilhões).
A comunidade internacional manifesta preocupação de que o novo órgão possa enfraquecer o papel da Organização das Nações Unidas (ONU) nas questões relativas à paz e segurança global. Apesar disso, diversas lideranças globais foram convidadas a integrar o conselho, incluindo o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda não confirmou sua participação.
O “Conselho da Paz” pretende abordar temas como governança local em Gaza, a promoção de relações regionais entre os países vizinhos, a reconstrução da infraestrutura da Faixa e o estímulo a investimentos internacionalmente coordenados. O órgão poderá atuar em outras áreas de conflito, conforme definido pelos membros participantes.
A formação do conselho ocorre em meio a um contexto de instabilidade e esforços internacionais para conter a escalada de tensões na região. A iniciativa dos EUA busca centralizar recursos e decisões para a recuperação e manutenção da paz.
Embora a proposta esteja em fase inicial, a aplicação prática das medidas e a efetividade do órgão dependerão do engajamento dos países convidados e do entendimento entre as nações envolvidas. A ampliação do elenco de membros e a definição de regras internas devem ser discutidas nos próximos meses.
Entre os pontos a serem acompanhados está a relação do “Conselho da Paz” com a ONU e outros organismos multilaterais, para evitar conflitos de competência e garantir uma atuação coordenada. A grande contribuição financeira exigida para a participação permanente também pode limitar o número de países participantes.
O lançamento do conselho marca uma nova estratégia dos Estados Unidos na política externa voltada para o Oriente Médio. A criação da estrutura acontece em um momento em que o país busca reconfigurar seu papel e influência na região.
No momento, a atuação e as decisões do “Conselho da Paz” seguem sob avaliação dos países convidados e da comunidade internacional, que observa a iniciativa em meio a debates sobre soberania, influência política e prioridades globais na manutenção da paz.
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Fonte: g1.globo.com
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