Economia

Petrobras mantém perfuração no amapá suspensa até entregar r

Petrobras mantém perfuração no amapá suspensa até entregar r
  • Publishedjaneiro 19, 2026

A Petrobras mantém a operação de perfuração na Foz do Amazonas, costa do Amapá, paralisada desde 4 de janeiro devido a um vazamento de fluido. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) condicionou a retomada da atividade à entrega de um relatório detalhado sobre o incidente.

A ANP exige que a Petrobras apresente um diagnóstico inicial com as causas imediatas do vazamento, os impactos nas barreiras de segurança e as ações mitigadoras adotadas. Até o momento, a estatal não enviou o documento requerido, segundo informações da agência reguladora. Sem o relatório, a perfuração segue suspensa.

De acordo com a Resolução ANP nº 882/2022, a Petrobras tem 90 dias a partir do dia do vazamento para enviar o relatório completo. O documento deve incluir as causas do incidente, os impactos sobre as barreiras de segurança e as medidas de prevenção implementadas para evitar novos episódios.

Após o recebimento do relatório, a ANP analisará as causas apresentadas e as ações propostas pela Petrobras. A agência poderá solicitar evidências da implementação das medidas corretivas, além de continuar acompanhando o caso em colaboração com a Marinha e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no âmbito do Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA).

A ANP informou que o regime de Segurança Operacional adotado no país segue normas internacionais, como as da Noruega e do Reino Unido, com foco na prevenção de incidentes. O vazamento ocorrido foi controlado, sem causar danos ao meio ambiente ou às pessoas, ressaltou a agência.

O g1 tentou contato com a Petrobras para obter esclarecimentos, mas não recebeu resposta até a atualização desta reportagem.

O incidente motivou pedidos de informações tanto do Ministério Público Federal (MPF) quanto do Ibama, que acompanham as investigações e exigem esclarecimentos da Petrobras sobre a perda de fluido em águas profundas na região.

A interrupção da perfuração ocorreu no momento em que a operação estava em andamento na Foz do Amazonas, uma área estratégica para a exploração de petróleo na costa do Amapá. A continuidade do trabalho depende do cumprimento das exigências regulatórias da ANP.

A fiscalização conjunta entre ANP, Marinha e Ibama será mantida até a completa resolução do caso, garantindo o monitoramento dos aspectos ambientais e operacionais ligados ao incidente. A agência reguladora reforça que a retomada da perfuração só será autorizada após a análise e aprovação das medidas corretivas apresentadas pela Petrobras.

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Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

Written By
Caio Marcio

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