O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta quinta-feira (15) que o governo espera a assinatura definitiva do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia para que o tratado entre em vigor no segundo semestre de 2024. Segundo Alckmin, o objetivo é impulsionar as relações comerciais entre Brasil, países do Mercosul e a União Europeia, ampliando as oportunidades de exportação e importação.
O acordo tem sido negociado há anos e visa a eliminação de tarifas e barreiras comerciais entre os blocos econômicos. A expectativa do governo é que a conclusão do processo formal de assinatura ocorra em breve, possibilitando a entrada em vigor do tratado ainda neste ano.
O tratado envolve países do Mercosul, como Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, e os membros da União Europeia. A proposta do acordo inclui a facilitação do comércio, a redução de custos e a criação de um ambiente mais favorável para investimentos entre os dois blocos.
Além de aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado europeu, o governo acredita que o acordo pode favorecer setores como agronegócio, indústria e serviços. A ampliação do acesso aos mercados europeus pode resultar em aumento das exportações e na geração de emprego e renda.
A assinatura definitiva depende da aprovação dos parlamentos dos países envolvidos e da resolução de questões pendentes relacionadas a aspectos técnicos e regulatórios do acordo. O governo brasileiro acompanha de perto esse processo e mantém diálogo contínuo com os parceiros europeus.
Especialistas destacam que a entrada em vigor do acordo pode modificar as dinâmicas comerciais regionais e fortalecer a integração econômica entre os blocos. Entretanto, o tratado também enfrenta críticas e desafios relacionados a regras ambientais e à proteção de setores sensíveis.
O vice-presidente Alckmin destacou a importância da cooperação internacional e da busca por condições favoráveis para o comércio exterior brasileiro. A expectativa do governo é de que o acordo entre em vigor em 2024, contribuindo para o crescimento econômico.
Ainda não há uma data oficial para a cerimônia de assinatura, mas o governo mantém otimismo quanto à concretização do acordo no segundo semestre. As negociações seguem em fase avançada e o acompanhamento será prioridade para a equipe econômica.
A implementação do tratado deve ser acompanhada de medidas internas para fortalecer a competitividade do país e aproveitar as oportunidades abertas pelo acordo. O governo reafirma compromisso em promover o crescimento sustentável por meio do comércio exterior.
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Fonte: g1.globo.com
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