Os Estados Unidos autorizaram nesta terça-feira (13) a expor

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Os Estados Unidos autorizaram nesta terça-feira (13) a exportação do chip H200, fabricado pela Nvidia, para a China, impondo limites e condições para a venda. O governo norte-americano estabeleceu regras para garantir que o uso dos chips não seja destinado a fins militares e que cumpra protocolos de segurança.

Compradores chineses deverão comprovar a adoção de procedimentos de segurança considerados satisfatórios pelo governo dos EUA antes de receberem os chips. Cada unidade do H200 precisará passar por análise de um laboratório independente, que confirmará suas capacidades técnicas. A comercialização para usos militares está proibida.

O H200 é um chip de alto desempenho para computadores utilizados no desenvolvimento e treinamento de sistemas de inteligência artificial. Ele tem participação central na disputa tecnológica entre Estados Unidos e China pela liderança na corrida da IA. Esses chips são essenciais para acelerar avanços em processamento e aprendizado de máquinas.

A decisão ocorre em meio a um contexto geopolítico sensível. Em dezembro de 2025, o então presidente Donald Trump anunciou a permissão para vendas do H200 à China mediante o pagamento de uma taxa de 25% destinada ao governo americano. A medida causou reações divergentes dentro dos Estados Unidos, com críticos alertando para riscos de fortalecer a capacidade militar chinesa e reduzir a vantagem americana em tecnologia de inteligência artificial.

Antes dessa autorização, o governo de Joe Biden havia adotado uma política de restrição na venda de chips avançados de IA para a China. A corrente liderada por Trump, que incluiu o czar da IA da Casa Branca, David Sacks, defendeu a exportação como forma de desacelerar a concorrência chinesa. Argumentou-se que dificultar o acesso aos designs mais avançados da Nvidia e AMD poderia acelerar a inovação americana.

Mesmo com a autorização, permanecem dúvidas sobre a fiscalização das condições impostas e sobre o controle da comercialização interna desses componentes pela China. Autoridades americanas preocupam-se em evitar o uso militar e garantir que os avanços tecnológicos não sejam desviados para fins estratégicos pelo governo chinês.

A Nvidia e a Embaixada da China em Washington não comentaram a autorização até o momento. A movimentação marca um capítulo importante na relação comercial e tecnológica entre as duas potências, refletindo a complexidade das tensões e a interdependência econômica no campo da inteligência artificial.

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Fonte: g1.globo.com

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Fonte: g1.globo.com

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