Pelo menos cinco capitais brasileiras iniciam 2026 com reajustes nas tarifas de transporte público, incluindo ônibus, metrô e trem urbano, aplicados entre dezembro de 2025 e início de janeiro de 2026. As cidades afetadas são São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis e Fortaleza.
Em São Paulo, o valor da passagem de ônibus aumentará de R$ 5,00 para R$ 5,30 a partir do dia 6 de janeiro. No mesmo dia, o sistema metroferroviário da Região Metropolitana, que engloba metrô, trens da CPTM e da Viamobilidade, terá a tarifa reajustada de R$ 5,20 para R$ 5,40.
No Rio de Janeiro, o reajuste nas tarifas dos transportes municipais, como ônibus, VLTs, BRTs, “cabritinhos” e vans, será de R$ 0,30, passando de R$ 4,70 para R$ 5,00. O aumento entra em vigor em 4 de janeiro.
Belo Horizonte registrou aumento em todas as linhas do transporte coletivo municipal anunciado para 1º de janeiro. As linhas principais sobem de R$ 5,75 para R$ 6,25, um acréscimo de 8,6%. As linhas circulares e alimentadoras passaram de R$ 5,50 para R$ 6,00. Nas linhas do serviço social, que atendem vilas e favelas, a tarifa permanece gratuita. O serviço suplementar também teve reajuste: grupo 1 sobe para R$ 6,00; grupo 2 para R$ 6,25; e grupo 3 para R$ 3,00.
Em Florianópolis, a passagem de ônibus via QR Code subiu de R$ 6,90 para R$ 7,70 desde 1º de janeiro, uma alta de 11,5%. O valor para usuários do Cartão Cidadão aumentou para R$ 6,20. As linhas executivas passaram a cobrar R$ 20, contra R$ 18 em 2025. A partir de 5 de janeiro, o pagamento em dinheiro deixou de ser aceito. A prefeitura destacou que o aumento é necessário para manter o equilíbrio financeiro e garantir a continuidade do serviço.
Fortaleza, por sua vez, teve reajuste na passagem inteira de ônibus, que passou de R$ 4,50 para R$ 5,40 em 1º de janeiro. A tarifa estudantil permanece em R$ 1,50, segundo a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor).
Os reajustes refletem a necessidade de ajustes financeiros nos sistemas de transporte público das capitais e podem impactar diretamente os custos do deslocamento diário dos usuários. As mudanças valem para diferentes modalidades e abrangem tanto tarifas integrais quanto em alguns casos tarifas específicas, como a estudantil ou social.
A manutenção dos serviços públicos de transporte é um desafio constante para as gestões municipais, que buscam equilibrar a qualidade operacional e a sustentabilidade financeira frente às demandas dos usuários e às pressões econômicas.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com

