Economia

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, declarou nesta

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, declarou nesta
  • Publisheddezembro 31, 2025

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, declarou nesta quarta-feira (31) que a taxação adicional de 55% anunciada pela China sobre importações de carne bovina que ultrapassem as cotas estabelecidas não representa um risco urgente para o Brasil. A medida chinesa afeta países fornecedores como Brasil, Austrália e Estados Unidos e visa ajustar o volume de compras acima das cotas negociadas.

Fávaro explicou que as quotas são limitadas e controladas, o que significa que a maior parte das exportações brasileiras continuará isenta da tarifa extra. Ele ressaltou que o Brasil mantém um bom relacionamento comercial com a China e que as vendas seguem firmes. O ministro também destacou que o mercado global está adaptando suas estratégias frente a mudanças tarifárias.

Segundo o ministro, a demanda chinesa por carne bovina permanece significativa, o que deve garantir a estabilidade das exportações brasileiras. Ele afirmou que o governo acompanha o desenrolar das negociações e mantém contato constante com o setor produtivo para mitigar impactos. Além disso, Fávaro indicou que outras possibilidades de mercado estão sendo exploradas para diversificar os destinos dos produtos.

Analistas do setor avaliam que, apesar do aumento da tarifa sobre o volume excedente, o efeito para o Brasil pode ser contido pela estrutura das cotas. O país exporta grande parte da carne bovina dentro dos limites permitidos, evitando, assim, a incidência da taxa adicional. A expectativa é que a medida tenha mais impacto em países que dependem de volumes maiores para atender à demanda chinesa.

Fonte do Ministério da Agricultura confirmou que o governo continuará trabalhando para ampliar mercados e garantir competitividade aos produtores nacionais. A estratégia envolve fortalecimento das relações diplomáticas e promoção de produtos brasileiros em outras regiões. O monitoramento das variáveis comerciais e a análise dos resultados seguem como prioridades.

Em resumo, a taxação suíça de 55% sobre o excedente das cotas de importação de carne bovina pela China não deve alterar significativamente o fluxo de exportações do Brasil, segundo o ministro Carlos Fávaro. O país busca manter o equilíbrio comercial e buscar alternativas para manter a estabilidade no setor agropecuário.

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Fonte: g1.globo.com


Fonte: g1.globo.com

Written By
Caio Marcio

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