A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,2% no

Imagem: s2-g1.glbimg.com

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,2% no trimestre móvel encerrado em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (30). Esse índice representa a menor taxa da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012.

O dado aponta uma queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, que registrou 5,6% de desemprego. Na comparação anual, observou-se redução de 0,9 ponto percentual, já que no mesmo período de 2023 a taxa era de 6,1%.

Com a redução na taxa, o número absoluto de pessoas desocupadas caiu 7,2% em relação ao trimestre anterior, totalizando 5,6 milhões de brasileiros desempregados. No confronto anual, o recuo foi de 14,9%, o equivalente a 988 mil pessoas a menos.

O trimestre encerrou-se com aumento de 0,6% na população ocupada, que chegou a 103 milhões de pessoas. Na comparação anual, houve alta de 1,1%, representando 1,1 milhão de pessoas a mais com trabalho.

O nível de ocupação, que indica o percentual de pessoas ocupadas na população em idade para trabalhar, atingiu 59%, um recorde na série histórica. Este índice cresceu 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e se manteve praticamente estável em relação ao mesmo trimestre de 2023 (58,8%).

A força de trabalho, que inclui tanto ocupados quanto desocupados, ficou em 108,7 milhões de pessoas no trimestre encerrado em novembro. A população fora da força de trabalho ficou estável em 66 milhões.

O número de trabalhadores empregados no setor privado foi estimado em 53 milhões, dos quais 39,4 milhões tinham carteira assinada e 13,6 milhões não possuíam registro formal. O setor público empregava cerca de 13,1 milhões de pessoas. A população de trabalhadores por conta própria chegou a 26 milhões, enquanto os informais somaram 38,8 milhões, representando uma taxa de informalidade de 37,7%.

O rendimento real habitual apresentou aumento de 1,8% em relação ao trimestre anterior, atingindo R$ 3.574. Na comparação anual, o crescimento foi de 4,5%. A massa de rendimento real habitual também alcançou um novo recorde, estimada em R$ 363,7 bilhões, com alta de 2,5% diante do trimestre anterior e aumento de 5,8% na comparação anual.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) calcula a taxa de desemprego considerando a população em idade para trabalhar que procura emprego e não o encontra. São consideradas desocupadas as pessoas sem trabalho durante a semana de referência da pesquisa, que fizeram alguma ação específica para conseguir emprego e estavam disponíveis para trabalhar.

A melhora dos indicadores reflete variações na atividade econômica no período analisado. O recuo da taxa de desemprego e o aumento dos rendimentos contribuem para a maior inclusão da população no mercado de trabalho formal e informal.

Apesar da redução no desemprego, a taxa de informalidade permanece elevada, indicando desafios para a estabilidade e qualidade do emprego no país.

Palavras-chave para SEO: taxa de desemprego Brasil, IBGE, Pnad Contínua, novembro 2024, número de desempregados, população ocupada, rendimento real habitual, taxa de informalidade, mercado de trabalho, força de trabalho.

Fonte: g1.globo.com

Imagem: s2-g1.glbimg.com


Fonte: g1.globo.com

Sair da versão mobile