Mais de dez álbuns brasileiros se destacaram em

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Mais de dez álbuns brasileiros se destacaram em 2025 pela qualidade e diversidade na produção fonográfica nacional, segundo o Blog do Mauro Ferreira, do g1. A lista reúne discos lançados ao longo do ano que marcaram a música brasileira por diferentes estilos e propostas, selecionados com base no olhar crítico do colunista.

Em janeiro, o rapper carioca BK lançou “Diamantes, lágrimas e rostos para esquecer”, misturando hip hop com elementos da MPB, ambos evidenciados pelo uso de samples de Djavan e Milton Nascimento, além de participações como a de Luedji Luna. Em março, Djonga, rapper mineiro, entregou “Quanto mais eu como, mais fome eu sinto”, álbum que abordou reflexões pessoais e sociais com produção de Coyote Beatz e Rapaz do Dread e uma participação de Milton Nascimento.

No mesmo mês, Eliana Pittman lançou “Nem lágrima nem dor”, trabalho que apresentou repertório de Jorge Aragão renovado por arranjos de Rodrigo Campos e participação de Thiago França na orquestração e instrumentos de sopro. Em maio, Alaíde Costa prestou tributo a Dalva de Oliveira no álbum “Uma estrela para Dalva”, com duos ao lado de instrumentistas como Antonio Adolfo, Guinga e Amaro Freitas, além da participação de Maria Bethânia.

O rapper Don L lançou em junho “Caro vapor II – Qual a forma de pagamento?”, que incorpora ritmos brasileiros como baião, samba e bossa nova com influências de funk, R&B e rap. Já em julho, Mosquito apresentou “Quinhão”, álbum de pagode com arranjos e produção musical de Pretinho da Serrinha, destacando a tradição do samba carioca.

Em agosto, Gaby Amarantos lançou “Rock doido”, disco gravado em Belém que celebra o tecnobrega e traz uma energia muito próxima à cultura da música paraense. Em setembro, a rapper paulista Ajuliacosta lançou “Novo testamento”, álbum que discute a liberdade feminina no hip hop, combinando sonoridades clássicas do rap com trap contemporâneo.

Após dez anos sem álbum de inéditas, Lenine lançou em novembro “Eita”, que abordou temas ligados à família e ao Nordeste, com produção de Bruno Giorgi e participações de artistas como Maria Bethânia e Maria Gadú. Por fim, em dezembro, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta lançaram “Bicudos dois”, sequência de um álbum de 2004 que revive o canto em dupla dos anos 1930 a 1950, com arranjos liderados por Paulo Aragão.

A seleção desses dez álbuns representa uma amostra da diversidade e riqueza da música brasileira em 2025, destacando diferentes gêneros e abordagens artísticas. Ainda que a escolha seja subjetiva e parcial, a retrospectiva do Blog do Mauro Ferreira dá visibilidade a trabalhos que se destacaram na produção nacional e provocam o debate sobre a música contemporânea.

Embora ausências possam ser sentidas e escolhas questionadas, a lista reforça a importância da crítica independente para registrar e valorizar a pluralidade da cena musical brasileira.

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Fonte: g1.globo.com

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Fonte: g1.globo.com

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