A música brasileira perdeu em 2025 diversos artistas

A música brasileira perdeu em 2025 diversos artistas reconhecidos por suas contribuições singulares ao gênero. Entre janeiro e dezembro, músicos de diferentes gerações e estilos faleceram, deixando um vazio difícil de ser preenchido.
A flautista Odette Ernest Dias, que atuou pela Orquestra Sinfônica Brasileira e ajudou a fundar o Clube do Choro de Brasília, morreu aos 96 anos em 24 de dezembro. A cantora Nana Caymmi faleceu em 1º de maio, aos 84 anos, reconhecida por sua voz marcante e por construir carreira independente do legado familiar.
Angela Ro Ro, cantora, compositora e pianista, morreu em 8 de setembro, aos 75 anos, deixando êxito na música popular com canções que expressavam as paixões intensas. Em 2 de novembro, Lô Borges, integrante do Clube da Esquina, morreu aos 73 anos com um álbum quase finalizado.
O músico Jards Macalé faleceu em 17 de dezembro, aos 82 anos, conhecido por sua obra fora do circuito tradicional, focada nos marginalizados e na inovação. Arlindo Cruz, símbolo do samba, morreu em 8 de agosto aos 66 anos, após ficar afastado por sequelas de um AVC desde 2017.
Bira Presidente, pandeirista e fundador do Fundo de Quintal, faleceu em 14 de junho, aos 88 anos, enquanto Cristina Buarque, guardiã do samba e irmã de Chico Buarque, morreu em 20 de abril, aos 74 anos. Outro nome marcante foi Hermeto Pascoal, que faleceu em 13 de setembro aos 89 anos, reconhecido por sua técnica e inovação musical.
Preta Gil, que se destacou pela defesa da diversidade e presença na música brasileira, morreu em 20 de julho, aos 50 anos, devido a complicações de um câncer. A morte precoce ressaltou sua importância como personalidade além da música.
Além desses artistas, o Brasil perdeu em 2025 outros profissionais como o compositor Antonio Barros, o cantor Edy Star, o violonista Félix Junior, as cantoras Lilian Knapp e Maria Lúcia Godoy, o guitarrista Toninho Crespo, entre outros, totalizando diversas perdas em diferentes áreas da música.
Esses artistas, cada um com sua trajetória e estilo, deixaram obras que continuam a influenciar a cultura musical do país. A perda em 2025 evidencia a dificuldade de substituir talentos que marcaram a história e reforça a importância de preservar e valorizar o legado musical brasileiro.
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Fonte: g1.globo.com
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Fonte: g1.globo.com