A cantora e compositora carioca Geovana lançou, na quinta-feira (20), o quarto álbum da carreira, intitulado “Sangue negro nobre”, em homenagem ao Dia da Consciência Negra. O disco, com oito faixas, foi produzido em parceria com o Coletivo Sindicato do Samba e Tatamirô Produções.
Com 54 anos de carreira, Geovana lançou o primeiro álbum em 1975, “Quem tem carinho me leva”, que se tornou cultuado e foi reeditado em 2002. O novo trabalho chega cinco anos após “Brilha sol” (2020), lançado na mesma data.
O álbum traz uma homenagem à historiadora Beatriz Nascimento (1942–1995) na música “Terremoto (Sangue negro nobre)”, composta por Geovana em memória da amiga. Nascida no Rio de Janeiro em 1948, Geovana reside em São Paulo desde o início dos anos 2000.
Em “Sangue negro nobre”, Geovana faz um dueto com a cantora Áurea Martins na faixa “Água do pote”. A parceria com o rapper paulistano Rappin’ Hood aparece em “Muralha”, faixa gravada com a participação do artista.
O acordeonista baiano Cicinho de Assis contribui no som de “Beijo sabor cereja”. O álbum inclui ainda as músicas “Residência”, “Sá Dona” e “Tintureiro”, esta última uma parceria com Toninho Nascimento.
O disco representa um manifesto de resistência autoral de Geovana e destaca a continuidade do samba e outras influências musicais ao longo da trajetória da artista.
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Fonte: g1.globo.com
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